Desentupimos — e mostramos o que estava lá. Com câmara na tubagem, fica a saber a causa da obstrução, não só que a água voltou a correr. Levamos a nossa água e a nossa electricidade.
Trabalhamos em habitação, comércio e condomínios: desde um sifão de cozinha a uma coluna de prédio ou a rede enterrada de um empreendimento.
Há entupimentos que voltam. Quando voltam, o problema não é a obstrução — é o que a provoca. A câmara mostra-o, e fica registado.
O cliente tinha feito um desentupimento há menos de um ano. A câmara mostrou o tubo cheio de água, sinal de obstrução quase total, e a causa à vista: uma formação calcária a ocupar quase toda a secção do tubo.
Numa ligação a tubo corrugado de 125 mm, a câmara mostrou uma inclinação contrária ao sentido do escoamento: a água ficava parada ao longo de vários metros. Não era um entupimento — era um erro de construção. Desentupir dava uns meses de descanso; resolver exigia outra coisa, e o cliente pôde decidir com essa informação à frente.
O que a câmara mostra, mostramo-lo a quem nos chamou — para poder decidir a obra com a causa à frente, em vez de decidir às escuras.
As nossas carrinhas têm gerador e depósito de água. Um desentupimento mecânico precisa das duas coisas — e nem sempre estão disponíveis onde o problema está.
Numa garagem sem tomada, num imóvel com a água cortada, numa obra ou numa casa devoluta, isso é a diferença entre resolver hoje e voltar noutro dia.
Há empresas que cobram a utilização da câmara à parte. Para nós é uma ferramenta de diagnóstico, não um serviço adicional: usamo-la sempre que é preciso perceber a causa, e isso não aparece na factura como linha separada.
É também o que nos permite dizer-lhe quando o problema não é o entupimento.
Entregamos sempre um relatório escrito após cada intervenção. Em todas — não só nas inspeções, não é um extra e não é preciso pedir. É o que fica a dizer o que foi encontrado e o que foi feito: para apresentar aos condóminos, ao seguro ou ao senhorio, e para haver memória do assunto daqui a dois anos.
A nossa base é em Aveiro, e é aí que chegamos mais depressa. Deslocamo-nos a localidades como Águeda e Santa Maria da Feira — mais longe é mais tempo de estrada, e o tempo de chegada depende também das intervenções que estiverem em curso. Quando ligar, dizemos-lhe o que é realista.
Nas urgências, na maior parte dos casos vamos no próprio dia. Quando há várias ao mesmo tempo, dizemos-lhe com franqueza a que horas conseguimos lá estar, em vez de prometer uma hora que não se cumpre.
Trabalhamos para quem gere edifícios — não gerimos condomínios. Somos chamados pela administração ou pela empresa gestora, resolvemos a ocorrência e entregamos o registo do que foi feito.
Se preferir falar antes de haver urgência, é meia dúzia de minutos ao telefone para perceber onde é que os edifícios que gere costumam dar problemas.
Ligue ou mande mensagem — dizemos-lhe o que dá para fazer e quando podemos ir.