Jato de alta pressão em garagens, rampas e zonas comuns. Levamos a água e a electricidade connosco — e entregamos sempre um relatório escrito no fim.
Óleo, poeira de travões, folhas, musgo nas rampas e a marca de anos de rodados. É a primeira coisa que um condómino vê quando chega a casa e a última quando sai. A duração do trabalho depende do tamanho da garagem e do estado em que está — dizemos-lhe quando virmos.
As carrinhas têm depósito de água e gerador. Numa garagem sem torneira, com a electricidade cortada ou com o contador ainda por ligar, o trabalho faz-se na mesma.
Também evita a discussão de quem paga a água e a luz gastas — não é a vossa.
A maior parte das garagens que lavamos não precisa de uma intervenção por ano — precisa de um intervalo combinado, que depende do movimento do prédio e de haver ou não infiltrações.
Diga-nos quantos lugares tem e há quanto tempo não é lavada, e dizemos-lhe o que faz sentido. Depois de cada intervenção fica um relatório escrito — útil quando é a administração a ter de prestar contas.
Diga-nos onde é e quantos lugares tem.